Me preocupo com o mundo
Com a direção a qual se toma
A qual a solidão e tristeza prosperarão
Diante de uma felicidade fria e cruel de ditadores
Que pouco sabem que não vivem de verdade
Utilizando de poder para viver essa falsa felicidade
Esquecem que um dia foram humanos
Quantas lágrimas ainda terão de cair
Quantas gotas de sangue terão que ser derramadas
A forja da espada que ataca é tão mais simples a mão que se
estende a ajudar?
Suplicar se torna um ato comum
O desespero cria violência
Forjamos aços a cada dia
E a cada dia nos perguntamos a nós mesmos por que não temos independência
A falsa liberdade nos oprime
O pão que nos é dado nos envenena
Vivemos sobre uma sombra fria e sem amor
Julgamos a tudo
Tanto faz já a aparência
Estamos brigando com nós mesmos
Isso não tem nome, critério ou cor
Se chama de um forma simples e clara
Por que por mais besta que seja
É falta de amor
Amor esse que não se designa somente a união entre um homem
e uma mulher
Mais sim ao irmão, ao pai, ao avô
Ao vizinho ou aquele que simplesmente passa pela rua
A pessoa que você abre o sorriso ao passar e não apenas
julga
O mundo se encaminha não para um fim de vida
Mais para o fim de sentimentos
De amor e família
Seremos reles tolos caminhando sobre uma ditadura a qual não
discordaremos
Um reles ser que simplesmente passa seus dias como tem que
passar e procria
Maquinas ungidas a carne e sangue
Tendo e não tendo... Vida...
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