Pesquisar este blog

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013


Gostaria que as lágrimas ao escorrerem
Leva-se toda tristeza carregada
De um dia ao qual
Eu briguei com tudo que eu preciso
Vi a luz se apagar
O caminho era um
E agora destruído está
O fim dessa dor
Jamais passará
Mais quando me ponho a dormir
Ao seu lado volto a acordar
Parecendo um milagre de Deus
Lagrimeja meus olhos quando encontro os seus
É tudo real
Meu amor apenas é desigual
Que aumenta e transborda
Mas o medo o equivoca
Por o dia novamente tentar transcrever
Uma maldição que o dia anterior fez acontecer
Eu quero chorar
Jamais acreditar
Que talvez esse dia
Com minha maior felicidade iria acabar
Eu procuro a luz
Luz que me conduz
A fé que me torna real
E a cada dia mais me motiva em seus olhos
A finalmente acreditar
Farei valer apena
Farei valer apena mesmo
E se for o final
Se for pro mundo se acabar
Só uma única coisa
Meu amor eu prometo
Ao seu lado vou pra sempre estar
E foi assim que decidi ir
Pois foi ao seu lado que também
Aprendi um dia a realmente saber...
O que é amar...

sábado, 16 de fevereiro de 2013


Minhas lagrimas por hora escorrem
Sobre um rosto frio
Quase sem vida
Por um momento em que as lagrimas escorrem
Escorrem também lembranças
Escondidas em passados tristes
Em que já chorei ao chutar o chão quando pequeno
Como qualquer criança sentia como se estivesse morrendo
Pífio momento que nem chega perto da realidade
Nada comparado ao querer ter uma coisa e não poder
Por causa da idade
As lagrimas continuam escorrendo e contando historias
Tal como aquela primeira garota que agente gosta
Amor impossível e nunca começado
Mas que machuca por dentro e com as lagrimas
Constroem um passado
Tão longe de chegar perto da dor
E das lágrimas escorridas por um verdadeiro amor
Lagrimas de raiva
Lagrimas de brigas
Lagrimas muitas vezes derramada pela família
As lagrimas escorrem contando sempre uma nova historia
Mas desta vez não se compara a triste dessa e desonrosa
As lágrimas causadas por si mesmo
Não pode se medir nem comparar
Tão pouco por um preço
Essa lágrima desce dolorida queimando a pele
Rasgando o coração
Deixando sem palavras
A dor de não conseguir ter feito nada
De seu ego enfraquecer
A lagrima de si mesmo
Se decepcionar
A de não conseguir mais se amar
A lagrima que vem a cair
E junto com ela
Se orgulho fugir
Se despedaçar por todos os lados
Já não sabendo o que é o que
Se tornando apenas... Cacos...

domingo, 10 de fevereiro de 2013


Por muitas e muitas vezes
Queremos ser nossos maiores sonhos
Médicos doutores
Jogadores e pintores
Desenhistas roteiristas
Desenvolvedores e atores
Desejamos o céu e a lua
Desejamos tudo que nos é direito
E tudo o que ainda não desejamos
Porém há um ponto da grande leitura que é a vida
Ao qual nos perdemos quando nos deparamos
Está em simples olhos, pele e boca
Em cabelos e um corpo que nos estonteia
Deixando o coração acelerado e o corpo quente
Sangue fervendo na veia
Uma forte emoção junto ao forte respirar
Um encantador momento ao qual jamais ira se deparar
É tão bela, tão linda
Constante sentimento fervoroso que enobrece a alma
A qual uma ligação se torna mais forte que a própria vida
De repente
Não importa mais o que vai ser
Importa apenas uma e uma única coisa
Você fará o que preciso fazer
Para junto daquela pessoa a felicidade encontrar
E juntos para toda vida eternizar
Num filho que terá não só seus olhos
Como sua alma
E passará para frente aquilo que um dia me veio a entender o sentido da calma
Indiferente se fizer mil coisas ou uma só
Aquilo que nos torna realmente grandes
Que nos dá um sentimento maior
Brilha fundo nos olhos que acorda ao seu lado pela manhã
Nos torna forte e invencíveis a fim do fim do dia o amor encontrar
Pois é isso e simplesmente isso
Um sentido pra vida dar...

Me preocupo com o mundo
Com a direção a qual se toma
A qual a solidão e tristeza prosperarão
Diante de uma felicidade fria e cruel de ditadores
Que pouco sabem que não vivem de verdade
Utilizando de poder para viver essa falsa felicidade
Esquecem que um dia foram humanos
Quantas lágrimas ainda terão de cair
Quantas gotas de sangue terão que ser derramadas
A forja da espada que ataca é tão mais simples a mão que se estende a ajudar?
Suplicar se torna um ato comum
O desespero cria violência
Forjamos aços a cada dia
E a cada dia nos perguntamos a nós mesmos por que não temos independência
A falsa liberdade nos oprime
O pão que nos é dado nos envenena
Vivemos sobre uma sombra fria e sem amor
Julgamos a tudo
Tanto faz já a aparência
Estamos brigando com nós mesmos
Isso não tem nome, critério ou cor
Se chama de um forma simples e clara
Por que por mais besta que seja
É falta de amor
Amor esse que não se designa somente a união entre um homem e uma mulher
Mais sim ao irmão, ao pai, ao avô
Ao vizinho ou aquele que simplesmente passa pela rua
A pessoa que você abre o sorriso ao passar e não apenas julga
O mundo se encaminha não para um fim de vida
Mais para o fim de sentimentos
De amor e família
Seremos reles tolos caminhando sobre uma ditadura a qual não discordaremos
Um reles ser que simplesmente passa seus dias como tem que passar e procria
Maquinas ungidas a carne e sangue
Tendo e não tendo... Vida...

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Sinta o som da musica

Veja ela te dominar


Olhe para todos os lados


Aprenda a dançar


Pare agora


Olhe para frente


Não há pior coisa que ficar preso em um passado no carpete


Levante as mãos e dance


Mexa o corpo e gire e gire

Sinta o ritmo te dominar


A liberdade lhe aflorar


Você é único


É tão maravilhoso


E tudo que precisa ver é você


Dizer que não há erros


Se tudo que fez foi por você


Por seu sorriso


Por seu amor interno


Não se prenda a correntes


Gire e cante


Sinta o som da musica dominar


Você é livre


Não há nada que te prenda


Os erros são somente erros


Se suas lágrimas vem


Por algo que não queria ter feito


Por algo que não acreditou


Seus erros são somente seus erros


Quando disser que fez por fazer


E não por amor


Gire e gire...

Quando se estende uma mão
Se estende também uma faca
A confiança e o desespero ficam em desordem
Sobre um fato de tortura mental a qual não vê a hora de sair
Seus status mudam
Sua vida volta às alturas
Está com sucesso
Está no topo do mundo
E de repente
Começa a cair
Não é uma queda livre
Como muitos dizem
É uma queda pior
Degrau a degrau
Sentindo a dor de quem te empurra
Rumo a um lado que um dia foi uma dor profunda
Porem
Muito pior
Suas lágrimas já nem sabem se escorrem
Por que o tempo implica em não deixar você pensar
Se quer respirar
Você apenas é empurrado e empurrado novamente
Caindo a cada degrau
Perdendo uma chama ascendente
Apenas o frio começando a cobrir o corpo
O arder dos machucados e das feridas
De cada tombo ou empurrão
De cada desgosto
E você apenas pensa
Aonde errei
Aonde cometi tal erro
E descobre o enrosco
Você estava morto antes de partir
Pois se a mão que te resgata te puxa junto com um punhal
Mesmo a sorrir
Ela já te matou
Você já sangrava e deixava os rastros de seu caminho quando foi a subir
Lá encima não percebia
Mas sua pele já estava fraca
Você já tinha caído
Antes mesmo de cair...
Não se trata de amigo ou inimigo
Se trata de saber onde está a ir
Não se esqueça
Não é por que recebe de mão grata
Que em outra mão
O punhal não possa vir