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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013


Ao olhar para trás
Vemos o que esquecemos
Como alguma peça de roupa
Em uma viagem sem volta
Uma roupa
Que talvez a quiséssemos nesse momento
Descobrimos erros infames
Descobrimos também
Que o que somos talvez seja por essa falha distante
E enxergamos como poderíamos estar bem agora
Ou pior, não sabemos
Melhor sermos o que somos por hora
Visualizamos todo o contexto futuro
Pensando e se precavendo
Que nessa nova viagem vivenciaremos algo mais puro
Porem o bagageiro sempre trás a tona algo que achamos que jogamos fora lá trás
Mas nunca se foi
Está no nosso rosto
A cura não descobrimos
E no nosso coração congelamos de novo
Deixamos para trás
Perguntamo-nos
Somos isso mesmo?
Onde decaímos, onde erramos?
Será isso mesmo
E descobrimos previamente que não há resposta
Por quê?
O passado se torna a cada segundo que se passa como agora
E o futuro
Está um segundo mais próximo de você
O que somos, o que fomos
Se importa ou não importa
Descubra e compreenda
Só depende de você...

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