Destilando o
veneno fatal em minhas veias
Pulsante mal
que me leva a teia da morte
Fim no
começo
Falta de
sorte
Preciso nas
palavras me vejo a errar
Uma frase,
gaguejada
Sempre a
suar
O corpo
esfria
O coração
ferve
Uma dor
maldita
Que
atormenta e nos perde
Fiel conduta
A que agente
segue
Dor na luta
Pela vida
que carregue
A fraqueza
nos desanda
Cada vez
mais quebradas
Não querendo
sair da cama
Não entendo
o porquê desta lastima
É como beber
e não chegar ao fundo da garrafa
Afogando-se
nas magoas
Preso aos
prantos na calçada
Quase morto
As
lagrimas...
E assim
chega a morte
Que carrega
o nome de uma bela levada
Mulher fatal
Aquela que
tu amas
Mais jamais
deixará você ama-la...
Enfiando o
veneno ao fim do coração
Como uma
estaca...
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