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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012


Destilando o veneno fatal em minhas veias
Pulsante mal que me leva a teia da morte
Fim no começo
Falta de sorte
Preciso nas palavras me vejo a errar
Uma frase, gaguejada
Sempre a suar
O corpo esfria
O coração ferve
Uma dor maldita
Que atormenta e nos perde
Fiel conduta
A que agente segue
Dor na luta
Pela vida que carregue
A fraqueza nos desanda
Cada vez mais quebradas
Não querendo sair da cama
Não entendo o porquê desta lastima
É como beber e não chegar ao fundo da garrafa
Afogando-se nas magoas
Preso aos prantos na calçada
Quase morto
As lagrimas...
E assim chega a morte
Que carrega o nome de uma bela levada
Mulher fatal
Aquela que tu amas
Mais jamais deixará você ama-la...
Enfiando o veneno ao fim do coração
Como uma estaca...

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